Onde sobrevive o amor.

Às vezes, o amor custa um pouco de atenção. Outras vezes ele pode custar um pouco de paciência e dedicação.

Mas, às vezes, ele pode custar nossa dor.

Do alto do meu trono de ouro e carmim, sentado em cima das minhas inseguranças e dores, eu vejo uma trilha de batalhas internas, remorsos, erros e desgastes.

Do lado de fora, um vago campo cheio de fantasmas que riem de mim. Em cada um dos seus rostos uma expressão de deboche.

“Ele não gosta de você”, “Ele vai te deixar em breve”, “Você se apaixonou de novo? Não aprendeu a lição da outra vez?”, “Quantas vezes mais vamos ter que te machucar para te fazer entender?”, “Ninguém nunca vai realmente gostar de você”, “Você nunca vai ser o suficiente”.

De qualquer jeito, sempre existe uma forma de seguir em frente. De perdoar. De se perdoar.

Histórias não são construídas em cima de contos felizes. São construídas em cima de suor, dor e sacrifício. Como quando conseguimos deixar para trás estes fantasmas.

Como quando coloco meu amor acima da minha confiança (ou da falta dela).

Isso deve bastar.
Isso deve significar alguma coisa.
Ou me ajudar a encontrar o significado disso tudo.

O passado é um lugar pequeno, limitado.
O futuro é incerto, mas é grandioso e com espaço suficiente para os nossos sonhos.

É nesse mundo que vamos sobreviver.

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